sexta-feira, 4 de junho de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
MAITAKE
Maitake: sabor na temperatura certa
Saiba como preparar um cogumelo de origem japonesa que começa a ser conhecido no Brasil e que pede tempo e temperatura certeiros no preparo para render o máximo de sabor
Maitake: cogumelo ainda pouco conhecido no Brasil, mas de grande potencial de consumo
Os cogumelos caíram no gosto popular, e hoje em dia é fácil encontrar no mercado espécies antes restritas à alta gastronomia, como shiitake e shimeji. Agora, outra espécie, ainda pouco conhecida no Brasil, mas bastante produzida e consumida no Japão, promete continuar a saga dos fungos por aqui. É o maitake, um cogumelo produzido de forma bastante semelhante à do shiitake, mas com aparência, sabor e textura peculiares.
Para atingir o máximo de sabor, o maitake pede um jeito especial de preparação. 'Os japoneses não entendiam porque alguns restaurantes de Tókio ofereciam maitake e as pessoas diziam ter um sabor fantástico, e em outros diziam que não tinha gosto de nada', conta o fungicultor Iwao Akamatsu, de Sorocaba, SP, que está desenvolvendo a produção do maitake no Brasil. 'Então, uma universidade local decidiu pesquisar o porquê disso. Descobriu-se que o maitake possui substâncias que são transformadas termicamente em aromáticos, que dão aroma e sabor ao cogumelo.'
O segredo está na temperatura e no tempo de preparo. 'Eles comprovaram que, ao entrar em contato com o óleo a cerca de 180ºC, a superfície do maitake chegava rapidamente nesse ponto. Depois de retirado da panela, o calor ia gradativamente para o interior do maitake. Cerca de dois minutos depois, seu interior estava entre 70ºC e 80ºC, que são exatamente o tempo e a temperatura necessários para acontecer a transformação', conta Akamatsu.
Segundo o fungicultor, que sabe bem como preparar o maitake, o gostoso desse cogumelo é sua textura crocante. Por isso, é preciso cuidado na hora do preparo, para não perder o que ele tem de melhor.
Confira uma receita fácil de fazer.
Talharim com Maitake
(para 2 pessoas)
Ingredientes:
200g de maitake
4 dentes de alho
4 colheres de sopa de azeite
Sal a gosto
Preparo:
Doure o alho no azeite e acrescente o maitake 'despetalado'. Salteie no azeite por, aproximadamente, dois minutos em chama forte (não cozinhar demais para não perder a textura firme) e acrescente sal a gosto. Sirva com talharim cozido 'al dente'.
Saiba como preparar um cogumelo de origem japonesa que começa a ser conhecido no Brasil e que pede tempo e temperatura certeiros no preparo para render o máximo de sabor
Maitake: cogumelo ainda pouco conhecido no Brasil, mas de grande potencial de consumo
Os cogumelos caíram no gosto popular, e hoje em dia é fácil encontrar no mercado espécies antes restritas à alta gastronomia, como shiitake e shimeji. Agora, outra espécie, ainda pouco conhecida no Brasil, mas bastante produzida e consumida no Japão, promete continuar a saga dos fungos por aqui. É o maitake, um cogumelo produzido de forma bastante semelhante à do shiitake, mas com aparência, sabor e textura peculiares.
Para atingir o máximo de sabor, o maitake pede um jeito especial de preparação. 'Os japoneses não entendiam porque alguns restaurantes de Tókio ofereciam maitake e as pessoas diziam ter um sabor fantástico, e em outros diziam que não tinha gosto de nada', conta o fungicultor Iwao Akamatsu, de Sorocaba, SP, que está desenvolvendo a produção do maitake no Brasil. 'Então, uma universidade local decidiu pesquisar o porquê disso. Descobriu-se que o maitake possui substâncias que são transformadas termicamente em aromáticos, que dão aroma e sabor ao cogumelo.'
O segredo está na temperatura e no tempo de preparo. 'Eles comprovaram que, ao entrar em contato com o óleo a cerca de 180ºC, a superfície do maitake chegava rapidamente nesse ponto. Depois de retirado da panela, o calor ia gradativamente para o interior do maitake. Cerca de dois minutos depois, seu interior estava entre 70ºC e 80ºC, que são exatamente o tempo e a temperatura necessários para acontecer a transformação', conta Akamatsu.
Segundo o fungicultor, que sabe bem como preparar o maitake, o gostoso desse cogumelo é sua textura crocante. Por isso, é preciso cuidado na hora do preparo, para não perder o que ele tem de melhor.
Confira uma receita fácil de fazer.
Talharim com Maitake
(para 2 pessoas)
Ingredientes:
200g de maitake
4 dentes de alho
4 colheres de sopa de azeite
Sal a gosto
Preparo:
Doure o alho no azeite e acrescente o maitake 'despetalado'. Salteie no azeite por, aproximadamente, dois minutos em chama forte (não cozinhar demais para não perder a textura firme) e acrescente sal a gosto. Sirva com talharim cozido 'al dente'.
terça-feira, 1 de junho de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
Super Interessante!
Não deixem de ver o vídeo.
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1268139-7823-CULINARIA+DOS+INDIOS+DO+AMAZONAS+TEM+PRATOS+A+BASE+DE+FORMIGAS,00.html
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1268139-7823-CULINARIA+DOS+INDIOS+DO+AMAZONAS+TEM+PRATOS+A+BASE+DE+FORMIGAS,00.html
Salmão Espetacular

Ingredientes do salmão:
1 peça de salmão/sal grosso/azeite/raspas da casca do limão siciliano/funcho.
Ingredientes da salada que acompanha:
1 pepino cortado em quadrados/1 copo de iogurte desnatado/sal/pimenta biquinho (6)/azeite/ervas secas de sua preferência.
Modo de Fazer:
Faça cortes diagonais na peça do salmão( deixando um espaço de 4 dedos).Deixe a pele. Tempere na hora com sal grosso ( 1 colher de sopa para cada um kg), raspas da casca do limão siciliano e regue com bastante azeite. Pique bem o funcho ou erva doce (também chamado) e passe sobre toda a peça de salmão, procurando introduzir a erva picada nas cavidades cortadas. A peça deverá ficar toda revestida com a erva.
Coloque numa grelha de churrasco ou poderá também ser colocada num pirex untado com azeite. Leve para assar por uns 6 minutos ( na churrasqueira) ou 10 minutos no forno (mais ou menos). Virando na metade do tempo. Retire a pele com cuidado (esta sairá inteira)e leve-a para gratinar do outro lado rapidamente. Reserve.
Enquanto isto, faça a salada de pepinos. Corte-o em quadrados e misture o iogurte desnatado, sal,azeite, pimenta "biquinho" picada em quatro e salpique ervas de sua preferência (orégano, alecrim...) . Misture bem e coloque numa bonita peça de salada.
Enfeite com as pimentas restantes inteiras.
Montagem do prato:
Corte o salmão em pedaços maiores e coloque num prato branco de forma que fique uma abertura entre os pedaços.
Corte a pele do salmão e introduza os "torresmos" da pele nestes espaços. Regue com um pouco da salada e o restante sirva à parte na saladeira.
Maravilhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Costelinhas de Porco

Ingredientes
- 1 peça de costela de porco (+/- 1 1/2 kg)
- sal grosso a gosto (para cada kg de carne, coloque 1
colher sopa de sal)
- raspas de 1 laranja
- raspas de 1 limão siciliano
- 1 pimenta dedo-de-moça fresca picada
- pimenta calabresa em flocos a gosto
- 5 colheres (sopa) de azeite
- suco de 1 laranja misturado com suco de 1 limão siciliano
e mel à gosto.
Modo de Preparo
1 - Numa assadeira envolva 1 peça de costela de porco com
aproximadamente 1 1/2 kg com uma camada fina de sal grosso a
gosto (para cada kg de carne, usas-se 1 colher sopa), raspas de
uma laranja, raspas de 1 limão siciliano, 1 pimenta dedo de moça
fresca picada e pimenta calabresa em flocos a gosto. Regue com 5
colheres (sopa) de azeite.
2 - Cubra com papel alumínio e leve a assadeira ao forno baixo
(180ºC) por cerca de 1 1/2 h, cuidando para não secar. Ao final
deste tempo retire o papel alumínio aumente o forno a 220 graus e
regue ainda no forno com a mistura de suco de uma laranja
misturado com suco de 1 limão siciliano e mel a gosto, até que a
costelinha esteja bem dourada. Sirva em seguida.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Comida de Copo: VERRINES

Depois de renovar o serviço de coquetéis, as Verrines( do francês verre, que significa copo)conquistaram também a mesa de jantar.
Os primeiros a adotar a novidade foram os buffets- nas festas de casamento e nas recepções, minúsculos copinhos transparentes, enfileirados nas bandejas, começaram a substituir pratos e bowls.A moda no Brasil é relativamente recente. Foi nos últimos 05 anos que os copinhos ganharam força. Os Chefs inventam mil formas de servi-los.
O primeiro território ocupado pelas Verrines, foi o da sobremesas.Porém agora, as Verrines salgadas estão fazendo sucesso. Porém quando entram em cena, as Verrines quentes temos que tomar cuidado.Fica difícil segurar o copo. A dica é usar xícaras que têm alças. Deixando os copinhos para as receitas delicadas, seja salgada ou doce.
Um lembrete: Verrines geladas têm bom desempenho em refeições à mesa, mas não funcionam em festas. Os copinhos ficam mais tempo na bandeja e acabam "suando". A não ser que sejam colocados dentro do gelo. Se deliciem com as Verrines!
2o. workshop do curso de Pós Graduação em Gastronomia
Gente! O maior "su"! Foi no Restaurante Néctar, o trabalho final sobre "COMIDAS REGIONAIS" da disciplina História da Alimentação. Os alunos esmeraram! Parecia mais um banquete. Foi bárbaro.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Pós Graduação em Gastronomia
Terá início no dia 20/04/2010, o curso de Pós Graduação em Gastronomia, na Faculdade Estácio de Sá, em Juiz de Fora.
Será o 1o. workshop do Curso, com o Chef Gabriel Bastos, executando receitas e fazendo depois a degustação para os alunos inscritos e aqueles interessados.
No dia, 26/04, teremos o início da dsiciplina: HISTÓRIA DA ALIMENTAÇÃO, com a professora e nutricionista Ana Lívia de Oliveira.
Venha participar desta equipe.
Será o 1o. workshop do Curso, com o Chef Gabriel Bastos, executando receitas e fazendo depois a degustação para os alunos inscritos e aqueles interessados.
No dia, 26/04, teremos o início da dsiciplina: HISTÓRIA DA ALIMENTAÇÃO, com a professora e nutricionista Ana Lívia de Oliveira.
Venha participar desta equipe.
domingo, 4 de abril de 2010
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Mercado Municipal São Paulo
Os sabores do Mercado Municipal, em São Paulo
Há muito mais do que um suculento sanduíche de mortadela por entre as ruas do Mercado Municipal, em São Paulo. Os 12.600 metros quadrados do Mercadão, para os íntimos, dão vazão a uma profusão de sabores e cheiros que aguçam os sentidos humanos. Inaugurado em 1933 pelo escritório de arquitetura Ramos de Azevedo, o prédio – que passou por uma grande reforma em 2004 – é parte da vista bucólica do centro de São Paulo, bem ao lado da confusão de marreteiros da Rua 25 de março.
Maycon Silva
Pitayas vermelha e amarela
Maycon Silva
Abacaxi em gomos
Queijos, frutas, temperos, carnes... Tem de tudo e mais um pouco por ali. Basta uma volta para perceber quão rica é a diversidade culinária do local, conhecido por abastecer desde as cozinhas simples dos consumidores às mais rebuscadas, pertencentes aos grandes restaurantes paulistanos.
Nossa visita gastronômica começa nos estandes de frutas. Esqueça as comuns e delicie-se com sabores vindos do mundo inteiro. Ali, você encontra pitayas vermelhas e amarelas colombianas com a mesma facilidade com que toparia com uma banana na feira livre. A fruta espinhosa de gosto doce tem o poder de devolver um amor perdido, segundo o simpático vendedor Cláudio Luis, da Barraca do Juca. Se a pedida é fazer um drinque, por que não arriscar uma caipirinha com a variação de polpa cor rubra? A pitaya custa cerca de R$ 30 o quilo.
Opções para saborear como sobremesa, logo após o almoço, também não faltam. A granadilla, vinda da Colômbia, é boa para comer de colher e tem gosto semelhante ao do maracujá, porém muito mais doce. Lisandra Gonsalez, dona da Casa Gonzalez, indica também as tâmaras frescas de Israel e o abacaxi em gomos sem acidez, mais doce e macio que o comum, desenvolvido pela Imbrapa – como o nome diz, é delicioso para comer com a mão, arrancando o gominho da fruta.
Há muito mais do que um suculento sanduíche de mortadela por entre as ruas do Mercado Municipal, em São Paulo. Os 12.600 metros quadrados do Mercadão, para os íntimos, dão vazão a uma profusão de sabores e cheiros que aguçam os sentidos humanos. Inaugurado em 1933 pelo escritório de arquitetura Ramos de Azevedo, o prédio – que passou por uma grande reforma em 2004 – é parte da vista bucólica do centro de São Paulo, bem ao lado da confusão de marreteiros da Rua 25 de março.
Maycon Silva
Pitayas vermelha e amarela
Maycon Silva
Abacaxi em gomos
Queijos, frutas, temperos, carnes... Tem de tudo e mais um pouco por ali. Basta uma volta para perceber quão rica é a diversidade culinária do local, conhecido por abastecer desde as cozinhas simples dos consumidores às mais rebuscadas, pertencentes aos grandes restaurantes paulistanos.
Nossa visita gastronômica começa nos estandes de frutas. Esqueça as comuns e delicie-se com sabores vindos do mundo inteiro. Ali, você encontra pitayas vermelhas e amarelas colombianas com a mesma facilidade com que toparia com uma banana na feira livre. A fruta espinhosa de gosto doce tem o poder de devolver um amor perdido, segundo o simpático vendedor Cláudio Luis, da Barraca do Juca. Se a pedida é fazer um drinque, por que não arriscar uma caipirinha com a variação de polpa cor rubra? A pitaya custa cerca de R$ 30 o quilo.
Opções para saborear como sobremesa, logo após o almoço, também não faltam. A granadilla, vinda da Colômbia, é boa para comer de colher e tem gosto semelhante ao do maracujá, porém muito mais doce. Lisandra Gonsalez, dona da Casa Gonzalez, indica também as tâmaras frescas de Israel e o abacaxi em gomos sem acidez, mais doce e macio que o comum, desenvolvido pela Imbrapa – como o nome diz, é delicioso para comer com a mão, arrancando o gominho da fruta.
sexta-feira, 26 de março de 2010
Badejo saboroso

Ingredientes
1 posta de badejo + ou 1k
1 cálice de vinho branco
½ xícara de molho shoyo
1 alho poró grande, fatiado
1 cebola grande cortada em 4
2 dentes de alho cortado em lâminas
Sal e pimenta à gosto
Azeite para regar.
Modo de preparo
Lave bem a posta de Badejo, coloque em um recipiente
polvilhe um pouco de sal, o vinho e o molho shoyo, deixe
descansar nesse tempero no mínimo 1 hora.
Corte o alho poró em fatias e lave bem, distribua uma
parte no fundo de um pirex e coloque o peixe por cima,
(para não grudar no fundo), despeje o tempero por cima,
disponha as lâminas de alho,adicione a cebola cortada,
sal e pimenta a gosto, cubra
com o alho poró restante e regue com azeite.
Cubra com papel alumínio e leve ao forno, para assar,
quando o molho começar a ferver retire o papel alumínio
e deixe mais 15 minutos assando. Sirva com legumes ou
purê de batata baroa.
Utensílios para a cozinha
Novidades na cozinha. Olhem o link:
http://oglobo.globo.com/economia/morarbem/fotogaleria/2009/9519/
http://oglobo.globo.com/economia/morarbem/fotogaleria/2009/9519/
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Gente , esta idéia eu achei bárbara! Vamos aproveitar esta dica da Revista Casa & Jardim
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